Mega Não Brasília 5


Eu, Paulo Rená, estou responsável, por conta própria, por organizar um Mega Não em Brasília.

Por hora, há apenas um plano na minha cabeça: um evento na Praça dos 3 poderes com links para outros locais no Brasil (ou do mundo), em tempo real, com a presença de pessoas legais e relevantes.

E que evento é esse? Pode ser desde um grandioso show ao vivo com os brasilienses móveis coloniais de acaju e gog além de várias outras várias bandas, cada uma em sua cidade, num esquema Live 8; até um minuto de silêncio com meia dúzia de pessoas vestidas de alguma cor específica.

É para traçar os limites disso que eu preciso de ajuda: para organizar o que vai ser o evento. E na verdade, mais do que ajuda, preciso de co-responsáveis, pessoas que possam assumir comigo essa responsabilidade e somar os esforços.

Quem for de Brasília e quiser colaborar na organização, favor comparecer à reunião no Espaço Cultural 508 sul, 19h30, quarta-feira 5 de agosto de 2009. Quem não for de Brasília ou não puder, comparecer, mande-me um e-mail ou deixe um comentário que eu retorno o contato. Aproveitem ainda para entrar na comunidade Orkut do Mega Não.


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5 pensamentos em “Mega Não Brasília

  • Paulo Rená Autor do post

    Relato da reunião de quinta-feira

    Entre 19h e 21h, no saguão do Espaço Cultural da 508 sul

    Presentes:
    Cybelle Felipe, Dani Ferreira, Helson, Jaqueline Griô, Marcelo Arruda, Paulo Rená e Raul Cardoso

    Ao final:
    Collares

    Participação Especial:
    Walmir Cabral

    Inicialmente, eu, Paulo Rená, relatei o histórico do meu envolvimento com o Mega Não Brasília, desde o atendimento a um chamada no twitter para a rede Ciberativismo até a convocação para aquela reunião, na qual gostaria de poder contar com co-laboradores, que pudessem compartilhar os esforços e as idéias para construir um evento plural e significativo.

    Cada presente, já então se assumindo como também responsável por essa co-organização do evento, responsabilizou-se por algumas tarefas, que, cumpridas ou não, irão estruturar os limites do evento, o tamanho que ele pode vir a ter e os recursos com os quais poderemos contar. Cada pessoa anotou alguns contatos a serem feitos e redes a serem mobilizadas. Algumas tecnologias de luz e som foram cogitadas (megafone, projeção, links ao vivo com outras cidades do Brasil e do mundo, panfletos para divulgação, festas preparativas), mas ainda dependerá de mais quais pessoas (produtores culturais, grupos locais, movimentos?) se comprometerão a comparecer no dia.

    Desde logo, a data ficou confirmada como sendo 26 de setembro, no início da noite, 19h. Tanto por ser uma quarta-feira (dia da semana que conta com o maior número de parlamentares na cidade), como, e principalmente, pela coincidência com o dia e horário da abertura da II Conferência Internacional de Software Livre e Governo Eletrônico – CONSEGI, realizada em Brasília na ESAF – Escola de Administração Fazendária.

    O local foi alterado da Praça dos 3 Poderes para o Complexo Cultural (ou Praça) da República, entre o Museu e a Biblioteca, para podermos contar com a visibilidade pelos usuários da rodoviária central de Brasília. A Praça dos 3 Poderes, apesar do significado político, como espaço público não conta com a mesma exposição.

    A conversa circulou sobre alguns pontos fundamentais para o Mega Não. Fiz questão de frisar que o AI-5 Digital é ponto central, mas não o único objeto de combate. Dani Ferreira lembrou bem que precisamos ter uma conversa sempre clara, que explique de forma explícita porque nossa preocupação com o vigilantismo, porque basta isso para as pessoas aceitarem aderir ao Mega Não.

    Todas as demais intervenções, se não foram esquecidas, são relevantes apenas para a nossa própria organização. Ah, o Walmir Cabral fica como piada interna.